Adeus a rainha do tênis brasileiro

As conquistas da paulistana Maria Esther Bueno, ao longo da sua brilhante carreira, a coloraram na condição de “Rainha do Tênis Brasileiro”. Foram 589 títulos, sendo 19 vitórias em torneios Grand Slams, vários títulos de simples e dupla, homenageada com o troféu de melhor do mundo em 1959 e 1960 e incluída na Galeria da … Continue reading Adeus a rainha do tênis brasileiro

No Chile, a Copa do Mané – Parte 1

O texto "No Chile, a Copa do Mané" foi dividido em quatro partes. Segue os links das outras três partes: Parte 2, Parte 3 e Parte 4.   O grande terremoto ocorrido no dia 21 de maio de 1960, em território chileno, não impediu a realização da VII Copa do Mundo naquele país andino. As dificuldades foram superadas … Continue reading No Chile, a Copa do Mané – Parte 1

Há 60 anos, o mundo descobriu Garrincha e Pelé

Em 1957, após perder o campeonato sul-americano, em Lima, sob o comando de Osvaldo Brandão, o Brasil disputou as eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958, na Suécia. O nosso adversário era o Peru. A primeira partida, marcada para a capital peruana, fez com que a delegação brasileira permanecesse em Lima. Com o empate … Continue reading Há 60 anos, o mundo descobriu Garrincha e Pelé

Luiz Antônio da Guia: mais que um jogador, o Bangu. De 1912 a 1931

Em 1912, um jogador negro, baixinho, nascido em 1894 - seis anos após a abolição da escravatura -, primeiro filho de uma família de onze irmãos, estreava como jogador do Bangu na posição de beque. Em 1931, ou seja, 19 anos depois, este mesmo atleta fazia sua última partida com a camisa alvirrubra. Seu nome: … Continue reading Luiz Antônio da Guia: mais que um jogador, o Bangu. De 1912 a 1931

Escurinho, o último dos samurais do Villa Nova, campeão mineiro de 1951

O último herói da conquista de 1951 Do time que se sagrou supercampeão mineiro de 1951 pelo Villa Nova, numa memorável decisão com o Atlético, resta apenas um atleta vivo, o ponta-esquerda Escurinho. Em 2017, dois craques daquele esquadrão alvirrubro foram reforçar o escrete celestial: o goleiro Arizona e o atacante Vaduca, autor do gol … Continue reading Escurinho, o último dos samurais do Villa Nova, campeão mineiro de 1951

Roldão Maia, um dos símbolos dos primeiros anos do Bangu

Roldão Maia Num domingo, 19 de outubro de 1958, um senhor de 70 anos foi recebido com uma salva de palmas no salão nobre do Bangu Atlético Clube. Estavam ali, a aplaudi-lo de pé, nomes como Guilherme da Silveira Filho, Ary Azevedo Franco, Domingos da Guia. Foi uma cerimônia festiva, idealizada pelo presidente Fausto Guimarães … Continue reading Roldão Maia, um dos símbolos dos primeiros anos do Bangu

Evaristo de Macedo: porque não fui campeão da Copa do Mundo de 1958

Evaristo de Macedo Filho nos recebeu em Ipanema, bairro onde mora no Rio de Janeiro. Evaristo começou sua carreira no Madureira. Contratado pelo Flamengo, em 1952, conquistou com a camisa rubro-negra o tricampeonato carioca de 1953, 54 e 55. Seu excelente futebol o levou em várias oportunidades a defender a seleção brasileira. No sul-americano de … Continue reading Evaristo de Macedo: porque não fui campeão da Copa do Mundo de 1958

Domingos da Guia: a construção de um mito

Lendo um texto de Mário Filho (o jornalista que dá nome ao Maracanã), datado de 1955, vejo que ela fala em Domingos da Guia, ou melhor, no esquecimento completo e absoluto de Domingos. Se em 1955, poucos anos após encerrar a carreira, Domingos estava obscurecido, imaginem hoje, nove anos após sua morte.   Pois Mário … Continue reading Domingos da Guia: a construção de um mito