Os Casos André Santos e Héverton – Brasileiro de 2013

No Brasileiro de 2013, nós tivemos o caso, quer dizer, os casos mais grosseiros da história do futebol brasileiro: os Casos André Santos e Héverton.

 

Mas o que foram esses dois casos?

 

Para que possamos entendê-los, temos que voltar alguns dias antes da última rodada do Brasileiro de 2013.

 

 

24/11/2013, BAHIA 1X0 PORTUGUESA, 36ª RODADA

Esse foi o jogo em que Héverton foi expulso. Terminada a partida, ele foi em direção ao juiz e lhe disse uma série de besteiras. Na súmula, o juiz relatou exatamente o seguinte:

 

“Expulsei após o termino da partida, com cartão vermelho direto, o atleta n° 18 da equipe da associação portuguesa de desportos, sr. heverton durães coutinho alves, por caminhar em minha direção proferindo as seguintes palavras: “porra, caralho, você é um merda, está com medo dos caras! só isso de acréscimo?!”

 

 

Héverton não disputou o jogo seguinte, Ponte Preta 0x2 Portuguesa, disputado no dia 01/12/2013, pela 37ª rodada. O julgamento de sua expulsão no STJD, referente à expulsão contra o Bahia, foi marcado para o dia 06/12/2013, uma sexta-feira.

 

 

27/11/2013, FLAMENGO 2X0 ATHLETICO-PR, FINAL DA COPA DO BRASIL

Essa foi a segunda partida da decisão da Copa do Brasil de 2013, conquistada pelo Flamengo. O jogador André Santos foi expulso nesse jogo, o último desta edição da Copa do Brasil.

 

No jogo seguinte, já pelo Brasileiro, André Santos não participou da 37ª rodada, quando o Flamengo foi derrotado pelo Vitória-BA por 4×2, no dia 01/12/2013. Esse jogo foi disputado em Salvador.

 

Reparem: André Santos foi expulso na última partida da Copa do Brasil de 2013 e não disputou o jogo seguinte pelo Flamengo no Brasileiro. Uma coisa tem relação com a outra? Não, não tem.

 

O julgamento da expulsão de André Santos foi marcado para o mesmo dia do julgamento de Héverton, 06/12/2013, sexta-feira.

 

 

06/12/2013, OS JULGAMENTOS DE ANDRÉ SANTOS E HÉVERTON

Neste dia, pela parte da tarde, o STJD analisou as expulsões dos dois jogadores. Héverton, que já havia ficado de fora do jogo contra a Ponte Preta, pegou mais um jogo de suspensão, portanto, não poderia disputar o jogo contra o Grêmio que seria disputado no domingo, 08/12/2013.

 

André Santos também foi punido com um jogo de suspensão pela expulsão no último jogo de um torneio que já havia acabado. Para entendermos a forma como essa punição seria aplicada, temos que verificar o que dizia o Regulamento Geral das Competições da CBF de 2013:

 

“Artigo 68 – Quando ao final de uma competição uma penalidade de suspensão por partida aplicada pelo STJD à atleta restar pendente, tal pena deverá ser cumprida obrigatoriamente em competição subsequente, de qualquer natureza, mas necessariamente dentre as competições coordenadas pela CBF.”

 

 

Isso quer dizer que a pena aplicada pelo STJD valia para o primeiro jogo após o julgamento, em uma competição organizada pela CBF. Ou seja, André Santos não poderia jogar contra o Cruzeiro no dia 07/12/2013, sábado.

 

Nesse dia, às 19:39, o Lancenet publicou em seu site que André Santos não poderia jogar contra o Cruzeiro no dia 07/12/2013. Pelo que me consta, trata-se do único registro feito naquela data na internet.

 

 

07/12/2013, O INÍCIO DA ÚLTIMA RODADA DO BRASILEIRO

Mesmo sabendo da suspensão de André Santos, o Flamengo o colocou em campo. Com o empate por 1×1, o Flamengo terminou o campeonato com 49 pontos. O problema é que se o clube fosse punido pela escalação irregular do jogador, ele perderia o ponto do empate contra o Cruzeiro mais 3 pontos, quatro no total, totalizando 45 pontos na classificação final, podendo se envolver numa das brigas mais agressivas contra o rebaixamento da história dos pontos corridos do Brasileiro.

 

O risco de ser rebaixado era gigantesco, a não ser que houvesse uma combinação de resultados que salvasse o clube rubro-negro.

 

 

UMA COMBINAÇÃO DE RESULTADOS QUE SALVARIA O FLAMENGO

Caso fosse punido, mesmo com 45 pontos o Flamengo não seria rebaixado se o Fluminense, 43 pontos, e o Vasco, 44, não vencessem seus jogos.

 

Se o Vasco empatasse, ele terminaria com 45 pontos, mesma pontuação do Flamengo. Nesse caso, se o Fluminense vencesse, ficaria com 46 pontos, e Vasco e Flamengo seriam rebaixados para a Série B de 2014. Se o Vasco vencesse, somaria 47 pontos, e os rebaixados seriam Fluminense, independente do resultado do seu último jogo, e Flamengo.

 

Se o Fluminense vencesse ficaria um ponto à frente do Flamengo, que seria rebaixado caso fosse confirmada a punição, mas ficaria na dependência do Vasco e do Coritiba não vencerem seus jogos para permanecer na Série A.

 

 

O JOGO DO VASCO CONTRA O ATHLETICO-PR

Já aos 4 minutos de partida, o Athletico-PR abriu o marcador contra o Vasco. Péssimo resultado para o clube carioca, mas ótimo para o Flamengo. O Vasco empatou aos 40 minutos do primeiro tempo, mas tomou o segundo gol 4 minutos depois. No segundo tempo, um massacre: 3 gols fecharam a vitória do Athletico-PR por 5×1. O Vasco retornava à Série B em 2014. Menos um problema para o Flamengo. Restava o Fluminense.

 

 

O JOGO DO FLUMINENSE CONTRA O BAHIA

Em Salvador, o Bahia abriu o placar aos 42 minutos do primeiro tempo. Permanecendo esse resultado, o Fluminense seria rebaixado com o Vasco, e o Flamengo permaneceria na Série A, mesmo com a confirmação da punição por ter escalado irregularmente o jogador André Santos. O problema é que o Fluminense empatou a partida aos 10 minutos do segundo tempo. Com esse resultado, o Fluminense seguia sendo rebaixado junto com o Vasco, mas passava a haver uma questão: e se o Fluminense virasse o jogo? Afinal de contas, faltavam 35 minutos para o final de uma partida onde o Bahia não tinha qualquer pretensão, mas o Fluminense jogava por sua permanência na Séria A.

 

Como ainda não se sabia do problema do Flamengo, mesmo que vencesse, o Fluminense ainda dependia de um empate entre Coritiba e São Paulo, de forma a que o clube paranaense terminasse com 46 pontos. Nesse caso, o Fluminense ficaria na Série A pois teria 12 vitórias contra 11 do Coritiba. Não nos esqueçamos que naquele momento, o Vasco já era passado. O problema é que o Coritiba estava vencendo o São Paulo por 1×0 desde os 28 minutos do primeiro tempo. Com este resultado, o Coritiba somaria 48 pontos, fazendo com que o Fluminense fosse rebaixado mesmo se vencesse o Bahia.

 

Aos 37 minutos do segundo tempo em Salvador, o Fluminense virou para 2×1 com Samuel.

 

Como a vitória do Coritiba foi confirmada, o Fluminense foi o primeiro e único clube em toda a história do Brasileiro por pontos corridos com 20 clubes a ser rebaixado com 46 pontos, e mesmo assim, nos critérios de desempate: o Criciúma terminou com 46 pontos, mas tinha 13 vitórias contra 12 do Fluminense. A título de comparação, no ano seguinte, o Palmeiras escapou do rebaixamento com míseros 40 pontos.

 

A questão é que o Fluminense não sabia de uma certa movimentação que já corria em paralelo ao seu jogo.

 

 

O JOGO DA PORTUGUESA CONTRA O GRÊMIO – 24HS DEPOIS DO CASO ANDRÉ SANTOS, O CASO HÉVERTON

A Portuguesa chegou a última rodada do Brasileiro de 2013 com 47 pontos, já livre do rebaixamento. Seu último jogo era contra o Grêmio no Canindé. Os dois clubes empataram em 0x0 num típico jogo insosso de final de campeonato.

 

O problema é que aos 32 minutos do segundo tempo, o jogador Héverton, que havia sido punido pelo STJD com uma partida de suspensão, entrou em campo para passear.

 

Com o empate, a Portuguesa somou 48 pontos. Agora, com o erro do Flamengo no sábado e com o erro da Portuguesa no domingo, caso os dois clubes fossem punidos, cada um perderia o ponto do seu empate mais 3 pontos. Se isso acontecesse, o Flamengo terminaria com 45 pontos e seria rebaixado no lugar do Fluminense, que terminou com 46 pontos. O problema é que o Flamengo seria salvo pela Portuguesa, que terminaria com 44 pontos.

 

 

E SE CONVERTERMOS OS TEMPOS DOS JOGOS PARA O HORÁRIO?

Há um detalhe por detrás do jogo do Fluminense a da Portuguesa. Enquanto o segundo tempo do jogo da Portuguesa começou às 18:01, o segundo tempo do jogo do Fluminense começou às 18:12. Ou seja, quando a partida da Portuguesa terminasse, o jogo do Fluminense ainda estaria em andamento. Isso era muito perigoso.

 

O gol de empate do Fluminense foi marcado aos 10 minutos do segundo tempo, às 18:22. Como havia o risco do Fluminense virar a partida, 11 minutos após o empate, Héverton entrou em campo aos 32 minutos do segundo tempo, exatamente às 18:33, selando assim o destino da Portuguesa. Novamente: como a partida do Fluminense terminaria depois da partida da Portuguesa, caso houvesse algum problema, não haveria mais o que ser feito.

 

Confirmando o pior cenário, o Fluminense virou o placar na Fonte Nova aos 37 minutos do segundo tempo, às 18:49, dois minutos depois do término do jogo da Portuguesa, que havia terminado às 18:47. O jogo do Fluminense terminou às 18:59.

 

Pessoal, todas essas informações estão nas súmulas dessas partidas disponíveis no site da CBF.

 

 

DEPOIS DO TÉRMINO DO BRASILEIRO DE 2013

Com o término do Brasileiro de 2013, o Fluminense estava rebaixado juntamente com Vasco, Ponte Preta e Náutico. As súmulas dos jogos foram encaminhadas à CBF. Identificadas as atuações irregulares de André Santos e Héverton, a CBF acionou a Procuradoria do STJD. As informações das irregularidades surgiram no dia 10/12/2013, terça-feira. O Globo publicou a notícia pela primeira vez na quarta-feira:

 

O Globo, 11/12/2013, Esportes, Página 40

NUNCA ACABA, A SORTE JOGADA NO STJD

Escalação irregular de meia da Portuguesa pode salvar o Flu. Fla também corre risco

 

 

O Estado de São Paulo no dia 12/11/2013, quinta-feira:

Lusa vai ao tribunal e pode cair

STJD marca julgamento da Portuguesa para a próxima segunda-feira e, se for condenada, perde quatro pontos e é rebaixada à Série B no lugar do Flu

 

 

Pelas notícias dos dois jornais, a Portuguesa, 44 pontos caso fosse confirmada a punição, salvaria o Fluminense, 46 pontos, e não o Flamengo, 45 pontos caso fosse confirmada a punição.

 

 

O JULGAMENTO

No dia 17/12/2013, o Globo trazia na sua primeira página a notícia sobre o julgamento do dia 16/12/2013:

 

ESPORTES: Fluminense 5×0 Portuguesa, no tribunal

Clube paulista perde quatro pontos no STJD, e tricolor volta à primeira divisão. Fla também é punido

 

 

Vejam a forma como o Globo colocou o Fluminense em sua primeira página. Já na parte interna, o jornal recuperava um pouco a sanidade e parava de manipular a informação:

 

Esportes, Página 32

Susto rubro-negro. Se não fosse a Lusa…

Flamengo também é derrotado no tribunal e só não é rebaixado por causa da punição sofrida pela Portuguesa

 

 

Por sua vez, o Estado de São Paulo seguia com a sua cobertura esquizofrênica:

 

Esportes, Página A20

Rebaixada, Lusa quer Justiça Comum

STJD tira quatro pontos do clube rubro-verde, salvando o Fluminense da queda. Ainda cabe recurso na esfera esportiva, mas decisão deve ser mantida.

 

 

Em uma reportagem baixando o sarrafo no Fluminense, o Estado de São Paulo só se lembrou de mencionar o caso do Flamengo em uma notinha no final, mesmo assim sem se dar ao trabalho de fazer cálculos:

 

“Flamengo. À noite, o clube rubro-negro recebeu a mesma punição: perdeu quatro pontos e foi multado em R$ 1 mil pela escalação irregular de André Santos no jogo contra o Cruzeiro. A pena deixou a equipe em 16º lugar no campeonato.”

 

 

COMENTÁRIO

No dia 27/10/013, pela 31ª rodada, o Fluminense, que já vinha se arrastando no campeonato, perdeu para o Vitória no Maracanã por 3×2. Questionado se demitiria Wanderley Luxemburgo, o presidente da época se mostrou completamente despreparado para presidir o clube ao responder: “não digo nem que sim, nem que não”.

 

Já sem nenhuma condição de comandar o time, Luxemburgo foi o treinador na derrota por 1×0 para o Flamengo pela 32ª rodada, no dia 02/11/2013. O gol do Flamengo foi marcado aos 44 minutos do segundo tempo. Se o Fluminense tivesse empatado esse jogo, não teria sido rebaixado.

 

Eu me conscientizei do rebaixamento em 2013 justamente nesse jogo, quando, após o gol do Flamengo, um torcedor rubro-negro levantou rindo um cartaz, filmado pela TV, onde dizia “Fica Luxemburgo”. O presidente do Fluminense, um sujeito que só se preocupava com as suas fotos, havia perdido o momento para demiti-lo. Seu erro nos custou muito caro. Quando Dorival chegou, praticamente não havia tempo.

 

O problema é que o Fluminense, desde a segunda metade da década de 1990, criou uma paixão descontrolada para estar no lugar errado na hora errada.

 

O Flamengo erra no sábado, a Portuguesa no domingo, mas quem foi “salvo” foi o Fluminense. Humilhado pela imprensa, o clube só teve a sua torcida ao seu lado. Onde estava o presidente do clube, que tinha sido reeleito alguns dias antes para mais um mandato catastrófico? Havia desaparecido na cara dura. Vocês lembram disso?

 

A atuação da CBF e do STJD nos Casos Héverton e André Santos foi exemplar. Apesar do festival de merdas que a imprensa vomitou entre os dias 11/12/2013 e 17/12/2013, inclusive posteriormente, os regulamentos foram aplicados. Ao contrário de 1996, quando o STJD não deixou o Fluminense participar como parte interessada do julgamento do Santos pelo Caso Usuriaga, a participação do clube foi autorizada nos julgamentos de Flamengo e Portuguesa. Quem defendeu o clube foi o seu atual presidente, Mário Bittencourt.

 

O Flamengo disse que seu jogo oficial contra o Cruzeiro não valia nada pois o campeonato já estava decidido e que a punição de André Santos deveria ser aplicada na Copa do Brasil de 2014. A imprensa ficou dizendo que a Portuguesa não poderia ser punida por um erro tão bobo, tão inocente. Ora, erro é erro. Todos se esqueceram que um regulamento é para ser aplicado o tempo todo, e não hora sim, hora não.

 

Inclusive, quem ousou ficar ao lado do Fluminense, basicamente sua torcida, foi criticado por defender a ideia de que o regulamento deveria ser aplicado.

 

Estado de São Paulo, Esportes, Página A22

Condenação prévia, coluna de Antero Greco

(…)

Foi uma chuva de insultos, sobretudo de fãs do Fluminense, por tabela o beneficiado da pendenga. “Lei é lei”, “Rasguem-se os regulamentos”, “Errou, tem que pagar” eram os argumentos mais comuns.

(…)

A Lusa se beneficiou com a entrada de Héverton nos 15 minutos finais de um jogo que não lhe valia nada? Ele interferiu no resultado? O placar influenciou a classificação final? Que dolo houve na conduta do clube? Por que o julgamento na antevéspera da rodada de encerramento? Por que não há divulgação online e imediata de jogadores punidos, para controle preventivo da arbitragem? Por que obrigatoriamente a perda de pontos e não o pagamento de multa.

(…)

 

 

Nesta coluna, este jornalista não mencionou o Flamengo e André Santos uma única vez.

 

No dia 19/12/2013, vazou uma troca de e-mails do Flamengo, onde o advogado do flamengo dizia:

 

“Ao longo de dez anos defendendo o nosso Flamengo nos tribunais desportivos, acredito que adquiri experiência para opinar sobre o assunto. Não podemos nos esquecer que se não fosse o descuido da Portuguesa, éramos nós na Série B” (link)

 

 

O caso mais absurdo, grosseiro e estúpido da história do futebol brasileiro foi varrido para debaixo do tapete. Não se quis apurar o que aconteceu entre a noite do sábado e o final da tarde de domingo. Em dois dias, num espaço de 24hs, um tipo de erro tão amador, tão estúpido que é dificílimo de ocorrer, aconteceu duas vezes: dois jogadores entraram irregularmente em campo. Até o Ministério Público de São Paulo se meteu no meio, na figura do procurador Roberto Senise Lisboa. No que deu a investigação? Em nada.

 

Por que a Portuguesa?

 

O Flamengo precisava de um clube que ficasse com menos pontos que ele. Ou seja, todos os times que terminaram com menos de 48 pontos poderiam ter sido esse clube. Mas quem se sujeitaria? Aí é outra questão, pois na verdade, não foi o clube que se sujeitou, e sim alguém de dentro desse clube. Dessa forma, alguém de um clube tinha que conhecer alguém do outro clube. Alguém que pudesse induzir um erro, caso fosse necessário, que acabasse por prejudicar o seu clube para que o outro clube fosse salvo.

 

Como o jogo do Fluminense terminaria depois do jogo da Portuguesa, Héverton entrou em campo minutos depois do empate do Fluminense.

 

Quanto custou esse erro? Para quem o cometeu, não se sabe. No final de 2014, o procurador do MP-SP disse que quem construiu o erro da Portuguesa teria levado de R$ 4 milhões a R$ 25 milhões. Ele apresentou alguma prova? Não. Disse apenas que eram boatos.

 

Para a Portuguesa custou muito caro. O clube iniciou uma sequência de rebaixamentos sem fim. Hoje, o clube paulista não se classifica nem mesmo para a Série D do Brasileiro e está na segunda divisão do Paulista.

 

Depois de 7 anos, ainda tem gente que não consegue responder a mais idiota das perguntas: se a Portuguesa não tivesse errado, e tivesse terminado com 48 pontos, quem teria sido rebaixado? Fluminense, 46 pontos, ou Flamengo, 45 pontos?

 

Links:

Campeonato Brasileiro de 2013 (link);

Copa do Brasil de 2013 (link);

Súmula do jogo Bahia 1×0 Portuguesa (link);

Súmula do jogo Flamengo 1×1 Cruzeiro (link);

Súmula do jogo Fluminense 1×2 Bahia (link);

Súmula do jogo Portuguesa 0x0 Grêmio (link);

Regulamento Geral das Competições da CBF de 2013 (link).

 

 

Jorge Priori é torcedor do Fluminense e gosta muito de história.

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